Para uma Filosofia do Narcisismo Responsável
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O feminismo termina sendo a confissão da fragilidade .
O que o feminismo tanto nega que a mulher seja frágil, ao insistir em um sistema unilateral de defesa da mulher, Ministério da Mulher, Delegacia da Mulher, Lei específica para a mulher, termina deixando explícito a fragilidade que nega.
Ou, pensando de outro modo, seria uma tentativa de recuperar a diferença, e alcançar a equidade, através de um equilíbrio, colocando defesas somente para o lado da mulher.
E assim tentar a equidade a igualdade.
Fora essa parte jurídica, o homem tem muito mais oportunidade do que a mulher.
A Autoimagem proíbe, impede, o homem de ser feminino.
A Autoimagem, beleza, delicadeza, fragilidade, carinho, emoções, expressar as emoções, são um lado forte da mulher.
Ela tem mais limites com relação aos riscos, à exposição em áreas perigosas.
Necessitam ambiente seguro protegido.
E esse diferencial é o que caracteriza a cultura humana.
A tentativa agora de equidade por via de leis, protege, então, defendem a mulher.
Pode ser compreendida, melhor compreendida, pelo lado da confirmação da fragilidade.
E dos limites aos quais a mulher pode ou deve se restringir.
É a mulher quem regula o sexo na sociedade, a mancha erótica, ou a mancha sexual, que aparece através das intrigas, alusão de ilegalidade.
Também manifesta por Edgar Alan Poe em “A Carta roubada”, onde a rainha teme o roubo de uma carta cujo conteúdo nem é revelado, com o pudor da mulher no exercício do poder.
Já não é mais o sexo. Esse diferencial é o que marca. O que difere a mulher do homem.
Então quando a gente considera por esse lado, é perfeitamente justificável, compreensível.
Esse movimento vigoroso que surgiu, o movimento violento da mulher em sua própria defesa chamado feminismo.
Você consegue ser mais lógico na defesa da ideologia feminista admitindo o fracasso.
Porque por aí você introduz uma maneira de raciocinar menos selvagem menos histérica.
Todo o movimento da histeria do feminismo se deve a exigência da mulher que seja escutada, ouvida, reconhecida, e isso é fácil perceber no próprio movimento, no modo como a mulher denuncia em públicos a vida privada que viveu, quando precisa declarar, com provas, as restrições que vivia no espaço privado, o machismo estrutural, como é dito, do marido que quer a mulher em casa cuidando da família sendo esposa dele.
E fazendo chantagem, dificultando a mulher de progredir na vida de trabalhar.
Isso se justifica, se compreende muito melhor, quando se admite que a mulher depende desse apoio, como diz o programa da ONU Ele Por Ela.
Você vê que tem todo o modo de raciocinar que pode ser muito mais proveitoso do que essa histeria louca que a Anitta inclusive puxa, como foi no Réveilon de 2024 pra 2025, em que ela disse que “você pode dar pro chefe transar aqui e ali”, fazer todo aquele movimento erótico, exageradamente erótico, que ela, como artista, pode fazer. É a arte dela.
Mas fora do espaço artístico degrada a mulher séria e sóbria, de expor-se dessa maneira no uso dos atributos femininos.
Ela sabe que ela faz o que a Anitta canta, mas ela faz na alcova, às escondidas, para segurar o homem quando ela acha que ele merece o investimento.