• Start #422 com Daniel Gonzales: a força da infraestrutura na base da IA e da nuvem - parte 2
    Mar 28 2026

    A Inteligência Artificial e a computação em nuvem já não são apenas tendências: são pilares da nova economia digital. Na base dessas transformações está uma infraestrutura robusta, responsável por sustentar, proteger e escalar tudo o que acontece no ambiente digital. Garantir que essa estrutura opere com alta resiliência, segurança e disponibilidade contínua, 24 horas por dia, é um desafio crítico, especialmente diante do crescimento exponencial do tráfego de dados impulsionado pela IA. Ao mesmo tempo, modernizar essa infraestrutura deixou de ser opção e se tornou um imperativo estratégico para ampliar capacidade, atender novas demandas e posicionar o Brasil como um player relevante na economia global de dados. Quais são os desafios? Onde estão as oportunidades? O Start Eldorado apresenta, nesta semana, a segunda parte de mais um encontro da série “Conexões”, gravado na Japan House, em São Paulo: O Alicerce da Economia Digital - Infraestrutura como Viabilizadora da IA e Nuvem. O evento reuniu Rogério Garchet (Eletronet), Rafael Mezzasalma (Nokia Brasil), Marcos Vinícius Peigo (Scala Data Centers) e Roberto Murakami (NEC América Latina) para discutir o papel do backbone, da capacidade de transmissão de dados e da resiliência de rede na viabilização da IA e da nuvem no Brasil, além dos desafios futuros para o país. Apresentado por Daniel Gonzales, o programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3), app, site e assistentes de voz.

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  • Carlos Andreazza: ‘Supremo blindado passa trator sobre CPIs’ | Estadão Analisa
    Mar 27 2026

    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre sobre o Supremo Tribunal Federal, que decidiu, nesta quinta-feira, 26, barrar a prorrogação dos trabalhos da CPI do INSS, que investiga fraudes milionárias e descontos indevidos nos contracheques de aposentados e pensionistas.

    A comissão tem até sábado para encerrar suas atividades. Foram oito votos contra a prorrogação e dois a favor.

    A maioria dos ministros preferiu revogar a liminar que havia sido concedida pelo ministro André Mendonça.

    Na segunda-feira, 23, Mendonça havia determinado que o presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União-AP), fizesse a leitura do pedido de extensão dos trabalhos em 48 horas.

    Neste julgamento, os ministros embutiram em seus votos alguns recados para o Congresso Nacional.

    O ministro Flávio Dino defendeu que o poder das CPIs são limitados e que elas devem ter prazo certo para funcionar.

    Citou que a comissão que trata do INSS já quebrou mais de 1 mil sigilos e que dar continuidade a esse tipo de conduta lembra investigações do período da ditadura.

    Já o decano Gilmar Mendes, criticou a CPI e o que considera abusos cometidos pela comissão. “Tem coisas que não se faz nem pelado na frente do espelho”, disse.

    Ele votou contra a prorrogação reforçando que a regra estabelece um “prazo certo” para a comissão parlamentar funcionar e que prorrogação é assunto para o Legislativo.

    Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante

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  • Carlos Andreazza: 'O teste da força de André Mendonça no Supremo Parlamento' | Estadão Analisa
    Mar 26 2026

    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre o julgamento da prorrogação da CPI do INSS no plenário do Supremo.

    Ministros e assessores do Supremo Tribunal Federal (STF) afirmam que a tendência atual é que a maioria dos dez atuais integrantes da Corte vote pela derrubada da decisão do ministro André Mendonça de prorrogar a duração da CPI do INSS.

    O STF ainda enviou ofício à CPI do INSS para que a comissão explique a finalidade do pedido de informações sobre conversas de um contato ligado ao tribunal encontrado no celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

    O documento não esclarece se o número pertence ou já pertenceu ao ministro Alexandre de Moraes.

    O ministro de Moraes inclusive, deve tomar uma decisão nos próximos dias em um processo que pode afastar o governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB). Ele é acusado, por aliados do ministro Flávio Dino, de descumprir decisões de Moraes em casos de nepotismo no Estado.

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  • ‘As pressões sobre a delação de Vorcaro; e a prisão domiciliar de Bolsonaro’ | Estadão Analisa
    Mar 25 2026

    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 25, Carlos Andreazza fala sobre as negociações para a delação de Vorcaro e da prisão domiciliar de Bolsonaro.

    O dono do liquidado Banco Master, Daniel Vorcaro, vai negociar a inclusão do seu cunhado, o pastor e empresário Fabiano Zettel, no seu acordo de delação premiada, que ainda está sendo traçado por sua equipe de advogados.

    As investigações da Polícia Federal apontam Zettel como uma espécie de operador financeiro de Vorcaro, responsável pela gestão de fundos de investimento e pagamentos dos mais diversos tipos.

    O colunista comenta sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, que autorizou nesta terça, 24, que Jair Bolsonaro (PL), de 71 anos, volte a cumprir pena em prisão domiciliar por 90 dias para a recuperação de uma broncopneumonia bacteriana bilateral. O ex-presidente está hospitalizado desde 13 de março.

    Segundo apuração, a prisão domiciliar humanitária por 90 dias concedida a Jair Bolsonaro (PL) pelo STF teve nos bastidores uma articulação da família do ex-presidente e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e um processo sigiloso no hospital DF Star, onde ele está internado desde 13 de março.

    Ainda no STF, ministros e assessores afirmam que a tendência atual é que a maioria dos dez atuais integrantes da Corte vote pela derrubada da decisão do ministro André Mendonça de prorrogar a duração da CPI do INSS. O julgamento está marcado para quinta-feira, 26.

    Na segunda-feira, 23, Mendonça determinou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), receba no prazo de 48 horas o requerimento com assinaturas necessárias para a extensão do prazo, faça a leitura do documento e prorrogue a CPI.

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  • ‘Mendonça prorroga CPI. Ratinho Jr. fora. Bolsonaro em domiciliar?’ | Estadão Analisa
    Mar 24 2026
    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 24, Carlos Andreazza fala sobre a agitada segunda-feira em Brasília, onde tivemos prorrogação da CPI do INSS, desistência de presidenciável e uma possibilidade de prisão domiciliar para Bolsonaro. No STF, o ministro André Mendonça determinou que o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), faça a leitura do pedido de prorrogação dos trabalhos da CPI do INSS. Mendonça deu 48 horas para Alcolumbre. Caso não o presidente do Senado não faça a leitura prorrogando os trabalhos da comissão, Mendonça determinou que a CPI ficará autorizada a continuar os trabalhos. A decisão do magistrado diz que a prorrogação deverá observar o tempo que a minoria no Congresso considerar necessário para concluir as investigações. No campo eleitoral, o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), desistiu de concorrer à Presidência da República. Em comunicado oficial divulgado nesta segunda-feira, 23, ele confirmou que cumprirá seu mandato no Executivo estadual até o fim, em dezembro, retirando-se da lista de presidenciáveis do PSD articulada por Gilberto Kassab. A decisão foi comunicada a Kassab após uma “profunda reflexão familiar” ocorrida na noite de domingo (22), diz a nota. O texto afirma que Ratinho Junior optou por priorizar o compromisso firmado com o eleitorado paranaense em 2018 e 2022, evitando a interrupção de projetos em áreas como educação e infraestrutura. O colunista fala ainda sobre o procurador-geral da República, Paulo Gonet, que se manifestou a favor da concessão de prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O advogado de Bolsonaro, Celso Vilardi, afirmou ao Estadão que, com o parecer favorável da PGR, a equipe jurídica está confiante que a prisão domiciliar seja concedida ao ex-presidente. Ministros e assessores do Supremo Tribunal Federal (STF) dão como certo que Alexandre de Moraes vai liberar Jair Bolsonaro para a prisão domiciliar depois que o ex-presidente tiver alta hospitalar. No mesmo dia que o parecer da PGR chegou ao STF, Moraes demonstrou que não vai aliviar para toda a família do ex-presidente. O ministro autorizou que a Polícia Federal use, no processo disciplinar aberto contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, o filho 03, provas do processo em que ele é réu por ter atuado nos Estados Unidos para pressionar autoridades brasileiras com sanções. As provas serão compartilhadas com a Polícia Federal para instruir um procedimento para apurar supostos atos de improbidade administrativa do ex-parlamentar. Ele teria ameaçado servidores da Polícia Federal para tentar frear a investigação em curso no STF. Eduardo mora nos Estados Unidos e pode ser condenado criminalmente pelo tribunal. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.
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  • Caso Master: Vorcaro acreditava e investia em consultorias - e consultores | Estadão Analisa
    Mar 23 2026

    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a rede de consultorias e serviços que estruturaram as ações de Daniel Vorcaro no Banco Master.

    O colunista fala ainda, do voto do ministro Gilmar Mendes para manter a prisão preventiva de Vorcaro, dono do Master, custodiado na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde já deu início ao processo de delação premiada.

    Em um texto de 42 páginas, o decano deixou evidente que a prisão preventiva nem sempre é a melhor solução. Gilmar recorreu à jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) e “aos inúmeros casos que tratam de critérios e parâmetros que justificam a prisão preventiva dos investigados”.

    Em referência direta à decisão de seu colega, André Mendonça, que decretou a custódia preventiva do banqueiro no dia 4 de março, Gilmar enfatizou. “A meu ver, algumas das expressões usadas na decisão ora submetida a referendo são um retrato do que esses dispositivos buscam combater: o recurso a clichês que serviriam para justificar a prisão de qualquer pessoa que é acusada de um crime.”

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  • Start #421 com Daniel Gonzales: a força da infraestrutura na base da IA e da nuvem - parte 1
    Mar 21 2026

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    28 mins
  • Carlos Andreazza: ‘Delação de Vorcaro superará o escudo de Gilmar Mendes?’ | Estadão Analisa
    Mar 20 2026

    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 20, Carlos Andreazza fala sobre a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que autorizou a transferência do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para a carceragem da Superintendência da Polícia Federal em Brasília para dar início ao seu processo de delação premiada.

    A transferência foi realizada na noite desta quinta-feira, 19.

    Vorcarou já assinou um termo de confidencialidade com investigadores da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Polícia Federal para formalizar o início das tratativas de colaboração premiada. Esse termo impede que o delator divulgue o conteúdo do que está sendo negociado.

    O colunista mostra também, que o ministro Gilmar Mendes anulou a quebra de sigilo do fundo Arleen, aprovada pela CPI do Crime Organizado.

    Para o ministro do STF, a quebra de sigilo apresentada pelo senador Sérgio Moro (União-PR) e aprovada pela comissão não constitui “ato ordinário de investigação, mas medida de caráter excepcional”.

    “Parece evidente que os próprios integrantes da CPI tinham ciência a respeito da possibilidade de anulação de seus atos e, mesmo assim, decidiram prosseguir com a votação simbólica, sem discussão sobre os pressupostos da medida investigativa”, diz Gilmar.

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