• A VERDADEIRA CONFIANÇA - Mateus 6:25–34 | Carol Lopes | 22/03/26
    Mar 24 2026

    Em Mateus 6, Jesus nos conduz a um dos confrontos mais delicados da vida espiritual: a ansiedade. Não como um problema meramente emocional, mas como uma questão de confiança. “Não andeis ansiosos pela vossa vida…” não é uma ordem fria, mas um convite a enxergar a realidade a partir do cuidado de Deus.A ansiedade revela o quanto tentamos sustentar a vida com as próprias mãos. Queremos controlar o futuro, garantir o resultado, antecipar soluções. Mas, ao fazer isso, esquecemos quem é o Pai. Jesus aponta para os lírios do campo e para as aves do céu não como poesia, mas como teologia viva: Deus cuida. Deus sustenta. Deus provê.O problema não é a necessidade real. É a ilusão de autossuficiência. É viver como se tudo dependesse de nós. Por isso, Cristo nos chama a uma mudança de centro: “Buscai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas.”A verdadeira confiança não ignora as preocupações, mas as reposiciona. Ela não nasce da ausência de problemas, mas da presença fiel de Deus em meio a eles. É aprender a viver um dia de cada vez, sabendo que o amanhã não está fora do alcance do Pai.Nesta mensagem, somos convidados a trocar o peso da ansiedade pela leveza da confiança. Não porque a vida se torna simples, mas porque Deus permanece soberano.—🎙️ A VERDADEIRA CONFIANÇA📖 Mateus 6:25–34🗣️ Carol Lopes📅 22/03/2026📍 Igreja Anglicana em Teresópolis📚 Série: Hipócritas Como Nós — Mateus 6 do Jeito Certo🎧 Disponível no YouTube e também no Spotify.

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  • O VERDADEIRO TESOURO - Mateus 6:19–24 | Cecília Fischer | 15/03/26
    Mar 23 2026

    Em Mateus 6, Jesus nos leva ao centro de uma questão que define toda a vida cristã: o que governa o seu coração? “Onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.” O problema não é possuir coisas, mas ser possuído por elas.Cristo não fala apenas sobre dinheiro, mas sobre lealdade. Ele revela que existem dois centros possíveis de confiança: Deus ou as riquezas. E não há neutralidade. “Ninguém pode servir a dois senhores.” Aquilo que tratamos como segurança, aquilo que mais tememos perder, aquilo que orienta nossas decisões — isso revela onde está o nosso tesouro.Acumular na terra é investir em algo que se desfaz: a traça corrói, a ferrugem consome, os ladrões levam. Mas acumular no céu é viver à luz do Reino, confiando que a verdadeira riqueza não está no que controlamos, mas no Deus que sustenta todas as coisas.Jesus também fala sobre os olhos. “Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso.” A forma como enxergamos determina a forma como vivemos. Um coração dividido produz uma vida confusa. Mas um coração alinhado com Deus encontra clareza, liberdade e descanso.Nesta mensagem, somos convidados a reavaliar nossas prioridades, nossos afetos e nossa confiança. O verdadeiro tesouro não é aquilo que podemos guardar, mas Aquele que nos guarda.—🎙️ O VERDADEIRO TESOURO📖 Mateus 6:19–24🗣️ Cecília Fischer📅 15/03/2026📍 Igreja Anglicana em Teresópolis📚 Série: Hipócritas Como Nós — Mateus 6 do Jeito Certo🎧 Disponível no YouTube e também no Spotify.

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  • O VERDADEIRO JEJUM - Mateus 6:16–18 | Guylherme Lopes | 08/03/26
    Mar 22 2026

    Em Mateus 6, Jesus continua desmascarando uma religiosidade centrada na aparência. O jejum, que deveria ser expressão de dependência, arrependimento e busca por Deus, havia sido transformado em sinal público de “espiritualidade”. Rostos abatidos, gestos calculados, práticas visíveis — tudo para ser notado.

    Mas Jesus inverte completamente essa lógica. Ele não rejeita o jejum. Ele purifica o seu propósito.

    O verdadeiro jejum não é sobre parecer mais espiritual. É sobre reordenar o coração. É abrir espaço para Deus onde antes havia excesso de si mesmo. É negar algo legítimo para lembrar que existe algo maior. Não é performance diante dos homens, mas fome diante de Deus.

    Quando Jesus diz para ungir a cabeça e lavar o rosto, Ele está nos ensinando que a vida com Deus não precisa de vitrine. O Pai vê em secreto. E é nesse lugar escondido que a alma é tratada, que os afetos são alinhados e que a dependência se torna real.

    Nesta mensagem, somos chamados a redescobrir o jejum como prática de graça — não como peso religioso, mas como caminho de liberdade. Um convite a sair do excesso, do ruído e da autossuficiência, para aprender novamente a desejar a Deus acima de todas as coisas.

    🎙️ O VERDADEIRO JEJUM
    📖 Mateus 6:16–18🗣️ Guylherme Lopes📅 08/03/2026📍 Igreja Anglicana em Teresópolis📚 Série: Hipócritas Como Nós — Mateus 6 do Jeito Certo

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  • A VERDADEIRA ORAÇÃO - Mateus 6:5–15 | Gabriel Lopes
    Mar 9 2026

    Em Mateus 6, Jesus confronta uma espiritualidade que se tornou espetáculo. Pessoas que oravam em público não necessariamente porque amavam a Deus, mas porque desejavam ser vistas pelos outros. A oração, que deveria ser encontro com o Pai, havia se transformado em performance religiosa.

    Por isso Jesus chama seus discípulos de volta ao essencial: entrar no quarto, fechar a porta e falar com o Pai que vê em secreto. A verdadeira oração não nasce da necessidade de impressionar pessoas, mas da confiança de que Deus nos conhece, nos ouve e cuida de nós antes mesmo de pedirmos.

    É nesse contexto que Jesus ensina o Pai Nosso. Não como uma fórmula mágica, mas como um modelo de vida diante de Deus. Nele aprendemos que a oração começa com adoração, passa pela submissão à vontade do Pai, confia na provisão diária, busca perdão e também aprende a perdoar. Orar é alinhar o coração com o Reino.

    Nesta mensagem, somos convidados a redescobrir a beleza da oração verdadeira: simples, sincera e profundamente dependente da graça de Deus. Não palavras vazias repetidas para impressionar, mas a confiança humilde de filhos que sabem que têm um Pai.

    🎙️ A VERDADEIRA ORAÇÃO
    📖 Mateus 6:5–15
    🗣️ Gabriel Lopes
    📅 01/03/2026
    📍 Igreja Anglicana em Teresópolis
    📚 Série: Hipócritas Como Nós — Mateus 6 do Jeito Certo

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  • A VERDADEIRA ESMOLA - Mateus 6:1–4 | Juan Corguinha
    Mar 8 2026

    Em Mateus 6, Jesus nos convida a examinar algo que muitas vezes passa despercebido: a motivação do coração. A esmola, que deveria ser um ato de misericórdia, pode facilmente se transformar em espetáculo religioso quando o objetivo deixa de ser o cuidado com o próximo e passa a ser a aprovação dos outros.

    No Sermão do Monte, Cristo confronta essa tentação humana de transformar a fé em performance. Ele denuncia a religiosidade que busca reconhecimento público e nos chama a uma prática de justiça silenciosa, onde o olhar mais importante não é o das pessoas, mas o do Pai que vê em secreto.

    A verdadeira esmola nasce de um coração que entendeu a graça. Quem sabe que recebeu tudo de Deus não precisa provar nada para ninguém. A generosidade deixa de ser propaganda espiritual e se torna fruto natural de uma vida moldada pelo Evangelho.

    Nesta mensagem, somos convidados a redescobrir a simplicidade da vida cristã: fazer o bem sem precisar anunciar, servir sem buscar aplausos e confiar que Deus vê aquilo que o mundo não vê.

    🎙️ A VERDADEIRA ESMOLA
    📖 Mateus 6:1–4🗣️ Juan Corguinha📅 22/02/2026📍 Igreja Anglicana em Teresópolis📚 Série: Hipócritas Como Nós — Mateus 6 do Jeito Certo

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  • CULTO da QUARTA-FEIRA DE CINZAS - Mateus 6:1-6, 16-21 | Gabriel Lopes
    Feb 20 2026

    A Quarta-feira de Cinzas nos chama a começar a Quaresma olhando para dentro. Não como espetáculo religioso, mas como retorno sincero ao Pai. Em Mateus 6, Jesus confronta uma espiritualidade que vive de aparência. Ele fala de esmola, oração e jejum, mas o foco não está na prática em si. Está no coração que busca aplauso, no desejo secreto de ser visto, na tentação de transformar devoção em performance.

    Quando Cristo diz “guardai-vos de praticar a vossa justiça diante dos homens para serdes vistos por eles”, Ele não está anulando as disciplinas espirituais. Ele está purificando suas motivações. A vida cristã não é teatro. É relacionamento. Não é construção de imagem, é busca do Pai que vê em secreto.

    A Quarta-feira de Cinzas nos lembra que somos pó. Mas também nos lembra que pertencemos Àquele que sopra vida sobre o pó. Arrependimento não é autopunição. É realinhamento. É deixar de viver para os olhos dos outros e voltar a viver para o olhar do Pai.

    Nesta mensagem, somos convidados a examinar nossas motivações, a desmontar a hipocrisia que todos carregamos em alguma medida, e a redescobrir a alegria de uma fé simples, secreta e verdadeira. Porque o Evangelho não é sobre parecer justo. É sobre ser encontrado pela graça.

    🎙️ CULTO DA QUARTA-FEIRA DE CINZAS
    📖 Mateus 6:1–6, 16–21
    🗣️ Gabriel Lopes
    📚 Série: Hipócritas Como Nós: Mateus 6 do Jeito Certo
    📅 18/02/2026
    📍 Igreja Anglicana em Teresópolis
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  • A ESPERANÇA QUE RESSUSCITA MORTOS - João 11:1–45 | Nícolas Cavalcante | Surpreendidos pela Esperança
    Feb 19 2026

    Em João 11, diante do túmulo de Lázaro, somos confrontados com a realidade mais dura da existência humana: a morte. Não apenas a morte biológica, mas o silêncio, o atraso aparente de Deus, a sensação de que a esperança chegou tarde demais. Marta diz o que muitos de nós já dissemos em oração: “Senhor, se estivesses aqui…”. É a fé misturada com frustração. É a confiança atravessada pela dor.

    Mas o Evangelho não nos apresenta um Cristo indiferente. Jesus chora. Ele se comove. Ele entra no luto. E, justamente ali, revela algo maior do que um milagre pontual: “Eu sou a ressurreição e a vida”. Antes de devolver o fôlego a Lázaro, Ele redefine o centro da esperança. Não é apenas sobre tirar alguém do túmulo; é sobre mostrar que a vida verdadeira está n’Ele.

    A demora de Jesus não era descuido. Era revelação. Porque há situações que precisam chegar ao limite para que a glória de Deus seja vista com clareza. Quando tudo parece encerrado, quando a pedra já foi colocada e o cheiro da morte já se espalhou, Cristo ainda chama pelo nome. E sua voz atravessa o impossível.

    Esse sinal não aponta apenas para um amigo que sai do sepulcro. Aponta para a vitória final sobre a morte, para a cruz que viria e para o túmulo vazio que confirmaria que a última palavra nunca pertence ao desespero. A esperança cristã não é otimismo emocional. É a convicção de que, mesmo diante da morte, Cristo continua sendo vida.

    🎙️ A ESPERANÇA QUE RESSUSCITA MORTOS
    📖 João 11:1–45
    🗣️ Nícolas Cavalcante
    📚 Série: Surpreendidos pela Esperança
    📍 Igreja Anglicana em Teresópolis
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  • A ESPERANÇA QUE RESTAURA A VISÃO - João 9:1–41 | Heitor de Paula | Surpreendidos pela Esperança
    Feb 17 2026

    Em João 9, Jesus encontra um homem cego de nascença e, antes mesmo do milagre, desmonta uma lógica muito comum: a de que todo sofrimento é punição direta por um pecado específico. Enquanto os discípulos perguntam “quem pecou?”, Jesus revela que há dores que se tornam palco para a manifestação da glória de Deus.O sinal não é apenas a abertura dos olhos físicos. É a exposição da verdadeira cegueira. Ao longo do capítulo, aquele que era cego passa a ver com clareza crescente quem Jesus é, enquanto os religiosos, que julgavam enxergar perfeitamente, revelam sua incapacidade de reconhecer o Filho de Deus. A cura do homem é também um julgamento silencioso sobre a autossuficiência espiritual.Aqui está o coração do texto: existem pessoas que vivem nas trevas sem saber, e existem pessoas que sabem que estão nas trevas e clamam por luz. A esperança cristã começa quando admitimos nossa própria cegueira. Cristo não veio apenas melhorar nossa visão moral ou ajustar nossas opiniões religiosas. Ele veio nos tirar da escuridão e nos conduzir para a luz da verdade.A restauração que Jesus oferece é integral. Ele não apenas devolve dignidade a um homem marginalizado; Ele o insere numa nova realidade, onde enxergar significa crer e seguir. A pergunta que permanece para nós é inevitável: queremos realmente ver? Porque ver Jesus implica abandonar nossas certezas confortáveis e reconhecer nossa necessidade profunda d’Ele.Essa é a esperança que restaura a visão. Não apenas olhos que funcionam, mas corações que reconhecem a luz do mundo.🎙️ A ESPERANÇA QUE RESTAURA A VISÃO📖 João 9:1–41🗣️ Heitor de Paula📚 Série: Surpreendidos pela Esperança📍 Igreja Anglicana em Teresópolis🎧 Disponível no YouTube e Spotify

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