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Interessa

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By: Jornal O TEMPO
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O debate feminino que discute de temas diversos, como relacionamentos, família, saúde, trabalho e lifestyle, de forma moderna, dinâmica e descontraída.© 2026 Jornal O TEMPO Hygiene & Healthy Living
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  • Aumento da licença-paternidade: pais mais presentes ou só mais dias em casa?
    Mar 26 2026

    Durante décadas, o pai brasileiro teve oficialmente apenas cinco dias para participar da chegada de um filho. Agora, um projeto aprovado pelo Senado prevê a ampliação gradual da licença-paternidade para até 20 dias até 2029. A mudança reacende uma discussão importante: será que mais tempo em casa significa, de fato, mais participação na criação dos filhos? Ou estamos apenas ampliando um prazo sem mexer na cultura que define quem cuida e quem “ajuda”?


    Historicamente, a licença curta ajudou a reforçar a ideia de que o cuidado é responsabilidade feminina. Enquanto muitos homens retornavam rapidamente ao trabalho, mulheres assumiam sozinhas a adaptação à nova rotina com o bebê. Isso contribuiu para um ciclo que ainda se repete: homens que não aprendem a cuidar porque não são estimulados e mulheres sobrecarregadas que, muitas vezes, também enfrentam dificuldade em dividir esse espaço, seja por falta de confiança ou pelo hábito de centralizar as funções. Mas será que 20 dias são suficientes para mudar esse cenário?


    A discussão vai além do tempo e passa por comportamento, educação emocional e divisão real de responsabilidades. Para aprofundar esse debate e entender os impactos dessa mudança, Eliene Lima, psicóloga especialista em parentalidade e maternidade participa do Interessa e vai ajudar a analisar se estamos diante de uma transformação real ou apenas simbólica na construção da paternidade no Brasil.

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    51 mins
  • É lésbica porque se decepcionou com homem!
    Mar 25 2026

    Nos últimos meses, a atriz Heloísa Périssé voltou aos holofotes não por um novo papel, mas pela vida amorosa. Após anos em relacionamentos com homens, ela assumiu um namoro com a diretora Leticia Prisco, e o assunto rapidamente ganhou as redes sociais. Junto com a curiosidade, veio também uma velha frase, muitas vezes dita em tom de brincadeira: “do jeito que as coisas estão, na próxima decepção com homem eu caso é com uma mulher.” Mas será que essa ideia faz mesmo sentido?


    Casos como os de Ludmilla, Kristen Stewart, Fernanda Souza, Fernanda Gentil, Amber Heard e Maitê Proença frequentemente reacendem esse debate. Existe uma percepção comum de que relações entre mulheres seriam mais fáceis ou mais sensíveis, o que pode ser uma visão simplista e até perigosa. Relações entre mulheres também envolvem complexidade, conflitos e construção emocional. Mais do que isso: não são um “plano B” para frustrações com homens, mas sim conexões legítimas, baseadas em desejo, afeto e identificação.


    O tema levanta uma questão importante: a orientação sexual pode mudar por causa de uma decepção amorosa ou o que acontece é uma abertura para desejos que antes estavam reprimidos? Para aprofundar essa conversa e discutir os limites entre mito e realidade, o podcast conta com a presença de Gabriela Maia Paixão, psicóloga e psicanalista, que traz reflexões sobre sexualidade, construção do desejo e os desafios de romper com padrões sociais.

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    54 mins
  • “Eu me demito!”: entenda o revenge quitting, a ‘demissão por vingança’
    Mar 24 2026

    Teve uma época em que pedir demissão era um verdadeiro drama: mãos suando, coração acelerado e aquele frio na barriga antes de encarar o chefe. Hoje, a frase “eu me demito” parece sair com muito mais naturalidade. Não é por acaso. Com o desemprego em baixa e mais oportunidades no radar, cresce o número de profissionais dispostos a buscar novos caminhos. Esse cenário dá mais segurança para recomeçar e faz muita gente repensar se vale a pena permanecer onde está.


    Mas não é só sobre oportunidades. Um novo termo tem ganhado força: “revenge quitting”, ou demissão por vingança. Nesse caso, sair do emprego não é apenas uma decisão racional, é também um recado. Profissionais deixam seus cargos como forma de protesto contra ambientes tóxicos, falta de reconhecimento ou excesso de pressão. Dados mostram que os trabalhadores se sentem estagnados e consideram o ambiente de trabalho prejudicial à saúde mental. Ou seja, não é só sobre crescer… é também sobre sobreviver emocionalmente.


    O fenômeno revela uma mudança importante: estabilidade já não é mais suficiente. Hoje, trabalho precisa, no mínimo, não custar a saúde mental. Mas onde está a linha entre estratégia e impulso? Pedir demissão pode ser um ato de autonomia ou uma reação emocional. Para entender melhor esse cenário e seus impactos, o programa recebe Ricardo Castanheira, especialista em cultura organizacional, liderança e engajamento, que vai ajudar a refletir sobre limites, decisões e o que as empresas ainda precisam aprender sobre retenção de talentos.

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