• Para uma Filosofia do Narcisismo Responsável
    Mar 24 2026

    O feminismo termina sendo a confissão da fragilidade .


    O que o feminismo tanto nega que a mulher seja frágil, ao insistir em um sistema unilateral de defesa da mulher, Ministério da Mulher, Delegacia da Mulher, Lei específica para a mulher, termina deixando explícito a fragilidade que nega.


    Ou, pensando de outro modo, seria uma tentativa de recuperar a diferença, e alcançar a equidade, através de um equilíbrio, colocando defesas somente para o lado da mulher.


    E assim tentar a equidade a igualdade.


    Fora essa parte jurídica, o homem tem muito mais oportunidade do que a mulher.


    A Autoimagem proíbe, impede, o homem de ser feminino.


    A Autoimagem, beleza, delicadeza, fragilidade, carinho, emoções, expressar as emoções, são um lado forte da mulher.


    Ela tem mais limites com relação aos riscos, à exposição em áreas perigosas.


    Necessitam ambiente seguro protegido.


    E esse diferencial é o que caracteriza a cultura humana.


    A tentativa agora de equidade por via de leis, protege, então, defendem a mulher.


    Pode ser compreendida, melhor compreendida, pelo lado da confirmação da fragilidade.


    E dos limites aos quais a mulher pode ou deve se restringir.


    É a mulher quem regula o sexo na sociedade, a mancha erótica, ou a mancha sexual, que aparece através das intrigas, alusão de ilegalidade.


    Também manifesta por Edgar Alan Poe em “A Carta roubada”, onde a rainha teme o roubo de uma carta cujo conteúdo nem é revelado, com o pudor da mulher no exercício do poder.


    Já não é mais o sexo. Esse diferencial é o que marca. O que difere a mulher do homem.


    Então quando a gente considera por esse lado, é perfeitamente justificável, compreensível.


    Esse movimento vigoroso que surgiu, o movimento violento da mulher em sua própria defesa chamado feminismo.


    Você consegue ser mais lógico na defesa da ideologia feminista admitindo o fracasso.


    Porque por aí você introduz uma maneira de raciocinar menos selvagem menos histérica.


    Todo o movimento da histeria do feminismo se deve a exigência da mulher que seja escutada, ouvida, reconhecida, e isso é fácil perceber no próprio movimento, no modo como a mulher denuncia em públicos a vida privada que viveu, quando precisa declarar, com provas, as restrições que vivia no espaço privado, o machismo estrutural, como é dito, do marido que quer a mulher em casa cuidando da família sendo esposa dele.


    E fazendo chantagem, dificultando a mulher de progredir na vida de trabalhar.


    Isso se justifica, se compreende muito melhor, quando se admite que a mulher depende desse apoio, como diz o programa da ONU Ele Por Ela.


    Você vê que tem todo o modo de raciocinar que pode ser muito mais proveitoso do que essa histeria louca que a Anitta inclusive puxa, como foi no Réveilon de 2024 pra 2025, em que ela disse que “você pode dar pro chefe transar aqui e ali”, fazer todo aquele movimento erótico, exageradamente erótico, que ela, como artista, pode fazer. É a arte dela.


    Mas fora do espaço artístico degrada a mulher séria e sóbria, de expor-se dessa maneira no uso dos atributos femininos.


    Ela sabe que ela faz o que a Anitta canta, mas ela faz na alcova, às escondidas, para segurar o homem quando ela acha que ele merece o investimento.

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  • Interpretação rara de Machado de Assis: Um Caso Único
    Mar 22 2026

    Desligando o Narcisismo compreende-se a obra de Machado de Assis.

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    10 mins
  • Machado de Assis: O Médico da Intimidade.
    Mar 22 2026

    Contos de Machado de Assis em que o vocábulo MÉDICO aparece nominalmente:


    Cinco mulheres (1866) - 14 vezes

    Mulher de preto (1868) – 28 vezes

    Miss Dollar (1870) – 23 vezes

    A caminho de Damasco (1871) – 20 vezes

    Parasita Azul (1872) – 21 vezes

    O sainete (1875) – 12 vezes

    O alienista (1881) 25 vezes

    O lapso (1883) – 14 vezes

    A causa secreta (1885) – 19 vezes

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  • Enquanto objeto eu sou um sujeito que valho muito
    Mar 17 2026

    Narcisismo: o valor do sujeito

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  • Tudo é Narcisismo? A falha de Freud na psicanálise.
    Mar 15 2026

    Impossível ao ser humano não ter Autoimagem

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    11 mins
  • Freud fez arte
    Mar 15 2026

    Com artifícios imaginários, depois desculpáveis, oferece-se coisas reais, por meio das quais obtém-se coisas reais.


    O imaginário entrou como um artifício, uma forma de arte, ou um jeito artístico.


    A arte movimenta a realidade.


    Em torno da arte o mundo gira.


    O gesto de Piero Manzoni é uma marca dessa arte, não pelo produto, mas pelo gesto, inusitado, do artista.


    A obra não é a coisa, mas a ousadia de dizer que aquela coisa é obra.


    Batizado como “arte conceitual” por carregar o conceito de arte como ousadia: “o menino fez arte, é um moleque arteiro”.


    Um gesto infantil em um adulto.


    Muita arte se pratica que não é vista, e os potes de fezes de Piero Manzoni poderiam ter permanecido invisíveis.


    A ousadia é o conceito: ousar é um passo conceitual.


    Como o passo de Júlio César atravessando o Rubicon.


    Tornar visível uma arte praticada é o propósito deste livro.

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  • O inédito do Narcisismo.
    Mar 14 2026

    A ideia é: se você se destaca querendo mostrar alguma coisa, que coisa você quer mostrar?


    Tem aí início a função do Narcisismo.


    É você que se destaca, ou é a coisa que você mostra?


    Pois é comum a pessoa ser levada pela coisa que ela mostrou.


    Então vem a pergunta:


    A pessoa vai se sustentar naquilo que ela mostrou?


    Ou o que ela mostrou não a sustenta?


    Era somente para ser levada.


    Porque, depois, o responsável será quem a levou.

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  • Soube usar a linguagem para fazer uma imagem de IMORTAL
    Mar 10 2026

    Difícil vender Filosofia para o empresário.

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